domingo, 22 de março de 2009

Por falar em enchentes

Hoje a grande culpa das enchentes cai sobre as costas dos governantes. Neste momento estou vendo no "Fantástico" uma matéria que diz que o problema é do aquecimento global.

Então...


Esta enchente no Cambuci em 1935 foi oquê?

Falam também que as margens dos rios Tietê e Pinheiros foram impermeabilizados pelo asfalto, calçadas, casas, prédios, etc.

Então...
...esta enchente do rio Pinheiros em 1929 foi oquê?

Se procurarmos na internet, vamos encontrar muitos registros de enchentes em locais que hoje são sinônimos de tragédia.
Anhangabaú, 1929.



Av. Getulio Vargas, Osasco.

Acho que a turma está ficando sem matéria para falar, então inventam e aumentam. O que eu acho mesmo é que com o tempo, nós construímos e fomos morar em áreas de risco e o maior exemplo disso é o aeroporto de Congonhas, ele estava ali, sozinho no meio do nada, as casas aos poucos foram surgindo, prédios e mais prédios foram erguidos e muita gente foi morar ao lado do barulhento aeroporto e agora essa mesma gente processa a infraero por causa do barulho das aeronaves.
Na busca por estas imagens, encontrei outras tantas imagens de Santa Catarina com fazendas e mais fazendas imersas. Passados os anos, certamente os fazendeiros lotearam suas terras que posteriormente forma urbanizados... aí está o resultado, ano sim ano não cidades inteiras sofrem com as chuvas.
Os morros do Rio de Janeiro sempre estiveram lá e certamente antes de lá chegarmos esses morros já desmoronavam
O Brasil possui 48 falhas tectônicas, são registrados certa de 300 mil abalos Sísmicos pelo mundo e parte disso acorre no Brasil, no ano de 2007 tivemos 2 terremotos e outros 3 no ano passado. Estes foram polêmicos por ocorrirem em regiões urbanizadas, mas outras dezenas de abalos existiram em regiões pouco ou nada urbanizadas.
Registrem... dentro de anos essas áreas de risco serão urbanizados e um terremoto matará muita gente.

E a culpa, será de quem?

Rogério Queiroz
NEQTAR

3 comentários:

Diário de uma alma disse...

É meu velho, lembra aquele riozinho que pulávamos suas várzeas, caçando mamonas e pipas? Pois é, encanaram ele, colocaram uma avenida e muitas construções cercaram as águas dele. Bem, uma hora a chuva vem forte e onde elas vão parar? Obviamente "pra cima", depois dela ocupar o pequeno espaço que deixaram pra elas. O ser humano ainda não aprendeu a ler os sinais da natureza e respeitá-los. Vai muito desastre natural para alcançarmos a idéia de que não somos os donos deste mundo, somo apenas seres presentes neste sistema. Abraços. Dado

Natynha disse...

Gostei muitodo que li aqui. Fico feliz em saber que conheci alguém que não é alienado.

Ana disse...

Simples meu caro, as várzeas sempre alagam, por natureza, o homem constrói onde não deve, perto demais das várzeas e acha que tá alagado...