segunda-feira, 15 de junho de 2009

Essa 447!

Não sei não,

estou com uma baita pulga atrás da orelha. Não me lembro de ver uma força tarefa com semelhante dimensão a que está sendo usada para o resgate do voo AF477.

FAB:
  • 255 militares
  • 1 BlackHawk H-60
  • 1 Super Puma
  • 1 C130 Hércules
  • 1 Embraer R-99
  • 2 Aviões Bandeirante P-95
  • 1 Avião Amazonas
  • E MAIS 5 AERONAVES
Marinha Brasileira
  • 470 militares
  • 2 Fragatas (Constituição, Bosísio)
  • 1 Navio-patrulha (Grajaú)
  • 1 Corveta (Caboclo)

França:
  • 2 Aeronaves
  • 1 fragata (Mistral)
  • 1 submarino Nuclear (Émeraude)
  • 1 Minissubmarino de profundidade (Nautile)
EUA:
  • 1 Diretor de engenharia oceânica
  • 2 Escutas submarinos

Espanha:
  • 1 Focker de busca
  • 1 CASA 235
Holanda:
  • 2 rebocadores
Eu, sinceramente, acho uma super operação-tarefa e como disse, não me lembro de ver outra operação de resgate assim tão movimentada. O nosso Varig Boeing 707-323C PP-VLU que "sumiu" no Pacífico logo após decolar de Narita (Japão). Desapareceu e ficou por isso mesmo.

Sendo assim...

A- os militares estão ociosos.
B- as equipes de resgate estão todas ocupadas com outros acidentes pelo mundo.
C- ânsia em resolver os problemas da aviação civil no mundo.
D- testar novas tecnologias de resgate.
E- nda, o voo AF447 "não caiu".

Rogério Queiroz
NEQTAR

Um comentário:

Rosana Jesuino disse...

Operação de guerra?
Anti-terrorismo?
Isso realmente preocupa!